Héctor Herrera
Fomos superiores, não tivemos sorte.
Fomos superiores ao Benfica durante todo o jogo, tivemos muitas oportunidades para marcar. Infelizmente não aproveitámos as oportunidades nos penáltis, é uma questão de sorte. Infelizmente perdemos nos penáltis.
Estivemos bem na segunda parte, talvez não tão bem na primeira. na segunda parte faltou-nos alguma calma. Faltou calma no último passe e foi isso que nos prejudicou.
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Luís Castro
Assumo o falhanço do FC Porto.
O objetivo do FC Porto é sempre o título nacional, esse é o primeiro objetivo. Depois há uma série de provas que o FC Porto joga para ir o mais longe possível. Quanto ao que aconteceu, assumo o falhanço do FC Porto. Quando se perde o treinador é sempre posto em causa, eu assumo as responsabilidades das opções, como assumo a responsabilidade da derrota, da mesma maneira que já assumi o falhanço da temporada.
Fizemos uma primeira parte muito boa, tivemos nessa altura de seis oportunidades claras de marcar, fomos superiores, em especial enquanto o Benfica jogou com 11, depois, em inferioridade, o Benfica encostou o médios à defesa e passámos a ter dificuldade.
Em igualdade numérica o FC Porto foi melhor.
Na segunda parte tirámos um médio que fazia a ligação entre o Fernando e o Herrera, para entrar o Quintero e com isso ganhar profundidade. Mais tarde abdicámos de um defesa, entrando o Ricardo para o lugar o Danilo, refrescando assim a ala, porque o Danilo estava a jogar bem, mas começou a acusar algum desgaste. Entrou também o Ghilas para passarmos a ter mais um jogador avançado, para entrar no meio, mas a verdade é que não conseguimos entrar tantas vezes, nem criar tantas oportunidades.
Fica um sabor amargo, um jogo amargo em que poderíamos ter chegado à vantagem durante os 90 minutos. Os penáltis são uma lotaria. A sorte caiu para o lado do Benfica.
É sempre melhor defrontar um adversário reduzido em termos numéricos do que jogar 11 contra 11. É verdade que em igualdade numérica, o FC Porto conseguiu criar mais oportunidades. Fomos eliminados na meia-final da Taça da Liga, temos ainda dois jogos para trabalhar.
Tenho condições para fazer tudo aquilo que fiz até hoje, ou seja, trabalhar muito, estar sempre de olhos postos no trabalho dedicado e honesto. Não é por perder uma meia-final da Taça da Liga que as coisas mudam.