Et ils croient pouvoir nous battre à domicile, sans défenseurs 
Nuno Espírito Santo conta com Layún e, como tal, o FC Porto não admite vender o jogador para a China ou para qualquer outro mercado asiático que ainda esteja aberto. A época está na fase crucial e ainda que o mexicano não seja opção regular desde o início de dezembro - quando se lesionou - o seu estatuto não sofreu alteração. À SAD não chegou qualquer proposta milionária e também não existe qualquer recetividade para ouvir eventuais interessados.
Nuno sabe que vai precisar de Layún nos próximos tempos para evitar o desgaste dos laterais que são habitualmente titulares. Alex Telles ainda esta semana fez gestão física e Maxi também tem jogado em esforço, além de estar à bica de amarelos. Ou seja, não faria qualquer sentido o FC Porto perder a única alternativa que tem ao brasileiro e ao uruguaio logo na fase mais importante da temporada. Basta que Maxi veja mais um cartão e Layún será chamado ao onze, o que até pode acontecer antes, por opção técnica e não por necessidade.
Ainda esta semana, sublinhe-se, Nuno puxou por Layún no treino de preparação para a visita do Tondela ao Dragão (sexta-feira, 20h30). No exercício de combinações ofensivas em que pediu aos jogadores para trocarem a bola ao primeiro toque antes da finalização, o treinador portista incentivou algumas vezes o mexicano. "Muito bem, Miguel" ou "É isso, Miguel", disse em voz alta agradado com a entrega do jogador. E não será por acaso que o treinador tenta motivar Layún...
O lateral está a tentar recuperar o protagonismo que teve na época passada - em que foi o rei das assistências - e no início da atual campanha, mas que perdeu em dezembro devido a uma lesão. O mexicano acusou uma tendinite crónica do adutor esquerdo antes da partida com o Chaves para o campeonato (17 de dezembro) e desde então só foi utilizado contra o Rio Ave (a 21 de janeiro), partida em que foi substituído aos 56" depois de ter cometido uma grande penalidade e se ter salvo da expulsão por acumulação de amarelos. Desde então nem no banco de suplentes se sentou, o que é uma situação nova para o mexicano desde que chegou a Portugal.
Por isso mesmo, Nuno tem-se preocupado em animar o jogador para que esteja em boas condições físicas e mentais quando o chamar de novo ao onze. O que vai acontecer mais cedo ou mais tarde. A eliminatória com a Juventus, por exemplo, pode levar a que Nuno dê descanso a um dos habituais já contra o Tondela...
Je fais confiance à NES par rapport à sa gestion avec les joueurs. Suffit de voir ce qu'à donné le cas Brahimi. Layun reviendra soulever des daronnes ![]()
Buffon, uma das figuras da Juventus, não vai jogar no Estádio do Dragão, na próxima semana, na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. A confirmação foi dada pelo treinador Allegri, esta quinta-feira, em conferência de imprensa.
On va jouer contre la B de la Juve si ça continue. Ce qui ne me plaît pas trop en fait. Je préfère qu'on tape la Juve au complet.
Va falloir vous sortir les doigts du cul si vous voulez passer contre la Juventus.
Tu pourras venir dire ça si Porto fait une prestation honteuse comme Benfica. Vous avez joué petit bras c'est tout, même si je sais que vous êtes forts pour gérer à la fourbe ça risque de vous desservir quand même de n'avoir qu'un but d'avance ![]()
M.335i, Porto me fait honte en europe depuis pas mal d'année, et j'ai jamais eu le culot de venir ici pour dire "acheter vous des couilles"
pour le "Benfica fourbe" c'est le Benfica-Porto qui te reste en travers de la gorge? parceque sinon j'ai plutôt souvenir d'un Benfica très joueurs faces a des Chelsea (en LDC et EL), Bayern etc..
"Buffon não joga no Porto", é esta a declaração de Massimiliano Allegri que causou estupefação em Itália e em Portugal, na antevisão do Juventus-Palermo, agendado para sexta-feira. Depois de afirmar que o guarda-redes italiano não seria opção para o jogo da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, frente ao FC Porto, começou a circular a ideia de "bluff" por parte do técnico da Juve. Aliás, nem os jornalistas italianos, que habitualmente cobrem a atualidade do emblema de Turim, acreditam que o experiente jogador pudesse falhar um jogo de tamanha importância para a "vecchia signora".
A verdade é que, aos 39 anos, Buffon continua a ser o titular indiscutível da baliza "bianconera", razão pela qual a decisão anunciada pareceu não fazer sentido, apesar de, nos vídeos da conferência de imprensa, Allegri afirmar taxativamente que Buffon estaria fora dos oitavos de final da Champions. Foi o sorriso a rematar a frase que levantou a dúvida na imprensa.
Certo é que se inicia esta semana um ciclo complicado para os pentacampeões de Itália, que começa com a receção de amanhã ao Palermo. Depois, segue-se a visita ao Dragão, na quarta-feira, o Empoli, para a Serie A no dia 25, e a meia-final da Taça de Itália, com o Nápoles, a 28 de fevereiro. Tudo somado, são quatro jogos no espaço de uma semana e meia.
Ils seront tous là.
[20:27:33] <TiquinhoSoares>
Présent
SD ? ![]()
Généralement c'est toi qui te jette sur les nouveaux pseudos.
Y aura l'équipe type de la Juve la semaine pro c'est juste une tactique de lâche des ritals
De toute façon qu'il y ait Buffon ou non ça change quoi pour Nuno concrètement ? ![]()
Origem e comparação com HulK: "Sou do interior da Paraíba, já ouvia falar da comparação com o Hulk, mas não tem nada a ver. Ter espírito sertanejo é ser humilde".
Luta pelo sucesso: "Para ter oportunidade é preciso mostrar as suas origens e comigo não foi diferente. Quem deseja um dia ser jogador de futebol tem de passar por todas as barreiras e dificuldades do mundo do futebol e eu batalhei muito para chegar onde cheguei".
Sacrifício dos pais: "Sempre tive de ajudar os meus pais. Éramos muito humildes. O meu pai era pedreiro, trabalhava com ele, com a minha mãe, vendia sacolé e isso foi-me motivando. Quando não trabalhava batia a minha peladinha. Quando tinha jogo no meu bairro, a minha mãe fazia gelados e eu ia vendê-los. Eu e a minha irmã íamo-nos virando para ajudar. Eles são tudo para mim. Devo tudo aos meus pais".
Motivação: "Quando eu olho para o meu passado e para o passado da minha família isso motiva-me para continuar a trabalhar e a buscar os melhores objetivos. O meu sonho sempre foi futebol, vivia futebol, dormia e acordava com o futebol. Não comia por causa do futebol".
Tiquinho: "A minha infância toda foi em campo pelado e de terra. Nessa altura, chamavam-me Tiquinho, desde a minha infância, tanto em Natal como em Sousa. Tiquinho? Não sei. Eu era magro e cresci demasiado e mudaram para Soares. Quem me colocou a alcunha foi a minha mãe".
Jogo com o Sporting: "Quando fiquei a saber que ia jogar foi uma surpresa, mas procurei ficar tranquilo pela camisola, pela grandeza do FC Porto. Procurei focar-me no jogo, ouvir o meu treinador e foi uma coisa fantástica para mim estrear-me frente ao Sporting. Foi um sonho para mim mesmo, um sonho que virou realidade. Esse momento especial vai ficar na minha vida para sempre".
Primeiro golo: "Quando eu entro e faço um golo agradeço a Deus pelas coisas que tem feito por mim. O que eu penso é na minha família. Em Paraíba foi festa, em Sousa e em Natal. Recebi muitas mensagens, foi fruto do meu trabalho, estávamos a merecer este momento".
Lágrimas da mãe: "A minha mãe e o meu pai sabem as dificuldades que nós passamos. A minha mãe chora por qualquer coisa. Não tenho o que falar dos meus pais, sempre me apoiaram em tudo e são os meus heróis".
Objetivos no FC Porto: "Estamos focados, a trabalhar jogo a jogo e todo o mundo está feliz. Quem trabalhar com essa determinação, vontade e ambição de querer vencer e lutar vai ter êxito na frente e espero que aqui não seja diferente. Vamos lutar em cada treino, cada bola perdida e no final vamos comemorar se Deus quiser".
Seleção: "Todo o jogador brasileiro quer vestir a camisola da seleção, é um sonho de criança. Agora, eu tenho de pensar no meu trabalho, ajudar o FC Porto. Se um dia aparecer essa oportunidade vou agradecer a Deus e trabalhar mais ainda".
Regresso a Guimarães com direito a golo: "O meu amigo Raphinha disse que se eu não marcasse pagava o jantar, se eu marcasse ele pagava o jantar. Vou ligar para ele pagar".
Regresso com emoção? "Fui muito feliz no Vitória, fui bem recebido, um clube 'bacana', totalmente profissional, foi uma semana normal. Quando cheguei ao FC Porto não fiquei a pensar no Vitória, vivo o momento, então fiquei muito feliz em fazer o golo, mas não comemorei por respeito ao Vitória".
Novamente o FC Porto: "É uma grande camisa, um grande clube, fico feliz em ter feito os três golos, em ajudar a equipa".
Sobre o próximo jogo, com o Tondela: "Após um jogo difícil, vamos trabalhar bem para o jogo com o Tondela".
Champions: "Sonho realizado, sonho de criança. Ouvia a música da Champions pela televisão e arrepiava-me. Mas temos de pensar mais no Tondela, se eu entrar em campo é um sonho realizado para mim.
A confiança de Nuno Espírito Santo em André Silva é total por esta altura e o ponta de lança que segurou o ataque do FC Porto quase a sós durante meia temporada não corre riscos de momento. Mas a entrada de Soares teve impacto imediato e fez André perder protagonismo, estando em jejum nos dois jogos em que coabitou no onze com o ex-V. Guimarães. Esta noite, a dupla deve voltar a ver-se. Mas como será com a Juventus? Esta é, por exemplo, a pergunta que Domingos Paciência faz.
"O Soares estava num bom momento em Guimarães e Nuno aproveitou, e bem, para lhe dar continuidade. O FC Porto vivia muito à custa do André Silva, mas em termos de eficácia o Soares estava melhor. O FC Porto precisava de outro avançado, para o André ter concorrência ou, em último caso, alternativa", afirmou o antigo goleador do FC Porto a O JOGO.
"Ter num plantel dois dos melhores marcadores tem prós e contras, e o FC Porto deve rentabilizar os seus ativos. Eu entendo que o FC Porto só tem a ganhar com esta convivência, mas se voltar ao 4x3x3, só um ponta de lança sai a ganhar. Ou então Nuno assume e o FC Porto joga sempre em 4x4x2. Com o Tondela, será normal, mas como será com a Juventus?", concluiu com uma dúvida.
Joaquim Teixeira, protagonista de uma extensa entrrevista a O JOGO, garante que terá sempre o FC Porto no coração e refere um nome que nunca o deixa indiferente... "Tenho por Pinto da Costa uma admiração e um respeito enormes. Por ele próprio, merecia muito mais do que aquilo que tem tido nos últimos anos." E recorda: "Era sempre o primeiro a chegar, fosse para os treinos, fosse para os jogos. Nunca disse isto, mas em dois anos que estive no clube, o presidente deu duas palestras: não levou mais de cinco minutos... E cinco minutos na boca daquele homem são 500 minutos na de qualquer outro."
O treinador, de regresso a Portugal depois de vários anos em Angola, nunca perdeu a ligação ao futebol português: "Vi sempre os jogos do campeonato." Afinal, as coisas nem mudaram muito... "Sinceramente, pensei que hoje não estaríamos apenas com duas equipas a lutar pelo título. De resto, continua a haver uma grande décalage. O Braga e o V. Guimarães chegaram mais perto, mas não há consistência. Em Portugal, continua a haver três grandes."
E um deles, o FC Porto, continua a ser a grande referência do seu currículo. O nome de Joaquim Teixeira está ligado aos dragões: foi adjunto de António Oliveira e bicampeão nacional entre 1996 e 1998. Muita gente o liga ao clube. "Não me incomoda nada. O FC Porto é um mundo à parte. Tive a felicidade de trabalhar com o António Oliveira. Aprendi muito com ele, mesmo tendo eu para trás uma série de trabalhos bons como treinador principal. A intervenção dele nos treinos era fabulosa. Acabou prematuramente a ligação ao futebol, mas era excecional."
Teixeira diz algo que explica o que lhe vai na alma desde que entrou no FC Porto. "Quando perdíamos - não foi muitas vezes... -, eu costumava dizer que até as bancadas choravam. Vivi dois anos maravilhosos no FC Porto, não só pelas vitórias, mas pelas pessoas, pela cultura vencedora. O FC Porto tem um magnetismo em mim impressionante." Para que não fiquem dúvidas, diz: "Não estou a dizer isto para puxar o saco. Não preciso. Aliás, até sou criticado, de certa forma, por aparecer pouco por lá." Hoje, Joaquim Teixeira vê um clube diferente. "Os tempos são outros, na realidade, e temos de ter isso em conta antes de partirmos para críticas fáceis. Igual só na liderança do presidente e da sua equipa diretiva; são mais experientes, mais sabedores", sublinha, antes de um olhar técnico sobre a equipa: "O FC Porto ainda tem em aberto o campeonato e está na Champions, mas ainda não é aquele clube ganhador, de chegar a qualquer lado e impor-se, como foi durante anos. Oxalá volte a ter sucesso, e acredito muito nisso. O sucesso tem muito a ver com a estruturação de cada época. O FC Porto tem jogadores muito iguais. O meio-campo é muito monocórdico, não tem desequilibradores, mas na frente está muito mais forte desde que chegou o Soares. Foi uma excelente contratação, na hora certa - foi em cheio."
Danilo ne jouera pas contre Tondela, il est reposé pour le match contre la Juventus.
Iker Casillas admite que disputar a Liga dos Campeões pelos dragões é diferente em relação ao seu passado no Real Madrid, sempre favorito.
"Por um lado, fico um pouco aliviado, pois quando somos favoritos temos mais responsabilidade e as derrotas são mais dolorosas. Temos de ser realistas: temos uma boa equipa e temos evoluído gradualmente com a ajuda dos nossos jogadores mais jovens", disse o guardião portista em entrevista à UEFA.
Casillas, de 35 anos, vencedor de três Ligas dos Campeões com os "merengues", tem noção que o favoritismo está do lado da Juventus, adversário do FC Porto na quarta-feira na primeira mão dos oitavos de final da competição, no Estádio do Dragão.
"Vamos ter de defrontar um adversário que joga há muito tempo a um nível muito elevado, com presenças em quartos de final, meias-finais e numa final. No entanto, no mundo do futebol, tudo pode acontecer. Há seis ou sete meses estávamos a disputar o "play-off" contra a Roma", assinalou.
O campeão mundial e bicampeão europeu com a Espanha, que chegou ao Dragão em 2015, venceu o troféu em 2000, 2002 e 2014, e só na sua carreira tem mais eliminatórias disputadas na Champions do que toda a equipa do FC Porto em conjunto.
"Disputar tantos jogos importantes numa competição tão prestigiada como a Liga dos Campeões deu-me uma experiência que pode ser útil e estou feliz por isso. Espero que os outros jogadores se sintam mais confiantes por causa disso", disse.
Casillas falou também no orgulho que tem em ter vencido a prova em três ocasiões, mas não descarta a possibilidade de o conseguir uma quarta vez.
"Transforma-nos em jogadores importantes, que disputaram e conquistaram uma competição de prestígio. No meu caso, aconteceu por três vezes e é claro que tenho um grande orgulho nisso e espero conseguir um quarto título", rematou.