Sergei Palkin :
Contratámos Luís Gonçalves como chefe dos olheiros, ele que já tinha estado no FC Porto, criando nesse clube uma rede de compra e venda de brasileiros, gerando muito dinheiro. Criámos um sistema especial de monitorização de jogadores que atualizamos todos os meses.
Quando consegues formar uma comunidade de jogadores brasileiros, agem como se tivessem um cérebro comum. Entram uns, saem outros e a comunidade continua. Permanece o know-how de como viver e de como competir.
O presidente deu ordens para não comprarmos jogadores enquanto durar a crise.